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2014 – O ano de 2014 será regido por Júpiter…

O ano de 2014 será regido por Júpiter pelo cálculo tradicional que é muito antigo e bastante questionável, já que exclui Urano, Netuno e Plutão. No mundo em que um bebê de um ano graciosamente se irrita com uma revista que para ela, é um Ipad que não funciona…seria melhor se perguntar se esse cálculo ainda é válido.

Saturno continuará em Escorpião, mas o ano vai se abrir com Nodo Norte em Libra (fevereiro-14), Marte em Libra até meados do ano, em movimento retrógrado ou direto, Vênus em Capricórnio retrógrado e julho Júpiter entrará em Leão. Se enviará um belo trígono para Urano, também estará em quadratura com Saturno antes do final de 2014.

A quadratura Plutão-Urano continua e no primeiro semestre Júpiter está envolvido com esse aspecto tenso. Netuno em Peixes, que em janeiro-fevereiro de 2014 está em trígono com o Nodo Norte em Escorpião, depois será citado quando em aspecto com o Sol, a Lua e planetas como Mercúrio, Marte e Vênus.

Júpiter em Câncer, é a exaltação do planeta, o que já promete expansão e riquezas. Mas o contexto é de oposição a Plutão e quadratura com Urano. Pode continuar existindo desperdício no sentido concreto – sobra em alguns países e falta em outros, sobra em algumas famílias e falta em outras. O que o mundo precisa é de um reorganização completa em outros moldes, totalmente diferentes dos moldes anteriores.

OK, aspectos positivos, aspectos negativos. A pergunta é: o que faremos com tudo isto? Governantes do mundo inteiro têm tentado superar as diferenças de objetivos para conseguirem uma convivência mais interessante para todos. Existe, pelo menos em tese, para a maioria do planeta, a forte convicção de que é preciso “tentar se entender”, mesmo que passando por cima de tensões, revelação de espionagens e cia. Para que as economias sobrevivam, para que as pessoas continuem encontrando espaço para sobreviver com alguma dignidade.

A promessa de que um ano regido por Júpiter seja um ano de abundância e expansão, me parece fantasiosa. Pode ser o que todos nós desejamos ouvir,  mas o Brasil terá um ano complicado, paralisado pela Copa e pelas eleições.

Os olhares do mundo estarão voltados para o Brasil. Isto vai colocar em evidência o potencial de desenvolvimento que o país possui e também todas as suas dificuldades e grandes faltas – a começar pela falta de infraestrutura. Pode ser que o país se mobilize para dar conta do evento como aconteceu com a rápida passagem do Papa, onde nada deu errado e os imprevistos foram corrigidos pela mão de Deus.

Tomara. Pois desse modo, não existirão pessoas prejudicadas. Acredito que em termos mundiais, os diferentes países continuem dando provas de tentar algum entendimento para que não existam também prejuízos econômicos maiores, já que todo o planeta vive um momento de transição e apertos financeiros.

Júpiter é um planeta de diplomacia e boa vontade. Uma pitada de sorte e esperança num ano em que a pressão de Saturno em Escorpião continua. Muitas influências de Vênus podem favorecer as artes e de novo, o exercício da diplomacia.

A quadratura Júpiter-Saturno expõe que todo regime autoritário é opressivo e limita o crescimento do país – tanto no nível econômico como limita a criatividade e as artes.

Sobre as eleições, o período será tenso e talvez seja decidido mesmo nos últimos minutos do último tempo de jogo.

A lição de 2014 será a esperança? Ela é uma velha conhecida desde que Pandora se arriscou abrindo a caixa proibida, deixando que escapassem todos os males que afligem os humanos e também a frágil e forte esperança.

Não tenho muito tempo de me aprofundar no estudo dos movimentos coletivos. Concentro minhas  energias nos estudos individuais mas obviamente que as mudanças do coletivo atingem individualmente cada um de nós.

2014 poderá ser um ano mais leve do que 2013? Não tenho muita certeza. A proposta é essa, mas, já analisei muitos anos que mostravam um determinado potencial e nada daquilo se concretizou. Ou a vibração foi bem menor do que poderia ter sido.

O planeta funciona como cada um de nós: temos potenciais que não  desenvolvemos. Optamos pela preguiça ou por repetir padrões que já conhecemos. O Brasil fez que acordou e parece que depois deitou de novo. E permitiu que grupos pequenos fizessem uma confusão que confunde e atrapalha qualquer manifestação válida de insatisfação.

Todo mundo sabe há anos o que precisa ser corrigido. A questão é FAZER. 2016 a princípio, terá mais energias para “fazer”do que 2014.

Individualmente, eu vou continuar soltando as previsões. O facebook tem me tomado muito tempo e agora, as encomendas de previsões individuais para 2014 já se avolumam.

Atendo por skype, por escrito ou presencialmente. Muitas pessoas duvidam da eficácia de um atendimento a distância, mas é uma realidade e pode ser tão objetivo ou até mais produtivo que um atendimento presencial.

Falei muito sobre 2014, mas não fui muito objetiva. Tenho receio de colocar a esperança venusiana para fora e acabar me frustrando. Nem sempre somos tudo o que podemos ser. Nem sempre expressamos e criamos tudo o que poderíamos expressar e criar.

Gostaríamos que o mundo fosse aquilo que precisamos que ele seja. Esquecemos que podemos fazer com que ele seja algo muito parecido com o que precisamos que ele seja. Isto vai ter um custo, um esforço, vai exigir um trabalho contínuo de nós. Sobretudo dentro da área “esotérica”, parece existir o anseio pelo passe de mágica, abracadabra e a iluminação acontece como os fogos do final de ano na praia de Copacabana.

Meus clientes sabem que não é assim. A iluminação acontece depois de um período de breu e escuridão. O vazio muitas vezes toma conta, a falta de sentido, a tristeza ou o desespero. A luz de Sagitário, terceiro signo do elemento fogo, só aparece depois que Escorpião, pela mão de Plutão, nos fez descer bem fundo. Batendo com o pé no fundo do poço, podemos voltar, ver a luz do Sol e compreender a riqueza da experiência da vida.

Varinha de condão? Só nos filmes de Harry Potter.

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