De onde eu vim e para onde vou

Postado em 2 de setembro de 2016 por Andreia Modesto

“Quando tudo parece estar contra você, lembre-se que o avião decola contra a força e pressão do vento.” – H. Ford

De onde eu vim, para onde vou?

Na Astrologia essas perguntas são respondidas através da análise dos Nodos Lunares. Viemos do Nodo Lunar Sul, síntese das vidas anteriores e estamos caminhando para o Nodo Lunar Norte, aprendizado dessa vida de agora.

O que parece ser muito simples é bastante complexo. A maior parte das pessoas se identifica com o que é descrito sobre vidas anteriores em termos de posturas, valores, desejos. E reconhecem ter dificuldades em vencer os desafios que o Nodo Norte aponta.

O Nodo Sul, Cauda do Dragão ou herança kármica, parece ser um problema em alguns mapas, um atoleiro de condicionamentos dos quais não se consegue sair. Em outros, é algo já conhecido, realizado e bem resolvido, o que traz liberdade para seguir em frente.

O desafio maior é sempre conseguir caminhar na direção daquilo que o mapa aponta como desenvolvimento, mas mesmo aos tropeços, não existe outro caminho a trilhar: Nodo Norte, Cabeça do Dragão, destino.

A noção de “felicidade” que é vendida hoje na mídia é muito superficial e quase infantil, sempre identificada com todo o prazer possível em curtíssimo prazo. Ser intensamente feliz aqui e agora e não se desprender desse momento de prazer que deveria durar para sempre. Como a criança que recusa ir jantar ou tomar banho porque está entretida com a brincadeira.

Felicidade pode ser o reconhecimento de que se está fazendo o que se deve ou precisa fazer e um sentimento de “pertencer” ao lugar que se ocupa no mundo, o que não significa estar numa zona de conforto.

Significa que existe uma função bem definida a desempenhar nesse lugar e um entrosamento com determinadas pessoas que em alguns momentos pode ser tenso, mas sempre cheio de significado.

Associar felicidade e facilidade é perigoso. Em alguns momentos a vida realmente flui, se abre magicamente, nos toca com alegria. Em outros momentos ela parece se enfurecer e nos faz pequenos, impondo provas que tememos não suportar.

A função da Astrologia, com base na análise do mapa astral que é equação de sujeito+espaço+tempo, ajuda a descobrir o seu lugar no mundo e também as funções a desempenhar. Talvez não exista alívio ou zona de conforto, mas algumas respostas para aquilo que sempre será muito maior do que cada um de nós: nosso destino.